16 de fevereiro de 2011

Ficha de Inscrição para Restaurante Universitário e Restaurente Popular

As inscrições para o Restaurante Universitário - RU, e Restaurante Popular - RP acontecerão no período de 21 a 28 de fevereiro de 2011.
Serão disponibilizadas 10 vagas para o RP e 40 vagas para o RU.

A UEPB já disponibilizou a Ficha de incrição, onde o interessados devem preencher com todos os dados exigidos.

Confira a lista de documentação necessária... As cópias da documentação serão autenticadas ou o candidato apresentará os originais no ato da entrega das cópias.

• Carteira de Identidade (do (a) aluno (a) e do pai ou mãe, ou responsável);
• CPF (do (a) aluno (a) e do pai ou mãe, ou responsável);
• Comprovante de residência dos pais ou responsável;
• Comprovante de residência do (a) aluno (a);
• Uma foto 3x4;
• Comprovante de matrícula (RCM);
• Histórico Escolar ou Declaração de Aprovação em Vestibular;
• Certidão com averbação para aluno (a)s com pais separados;
• Certidão de Óbito para estudantes órfãos;
• Registro de Nascimento de todos os dependentes da renda familiar (parentes de primeiro grau);
• Comprovante de renda familiar: Contracheque ou carteira profissional (parte da foto, verso e
contrato); ou Declaração de Imposto de Renda completa e atual; ou Declaração completa de
Imposto das Terras, mais uma declaração do Sindicato Rural que conste textualmente uma
média do rendimento na atividade agrícola/rural; ou Cartão Magnético com a guia de retirada
da pensão ou aposentadoria; ou Cartão do Bolsa Família com a guia de retirada; ou uma
Declaração de rendimentos apresentada por um contador com a firma reconhecida do mesmo.



CONFIRA: A Ficha de Inscrição e o Edital

15 de fevereiro de 2011

Campanha para doação de sangue e medula em Bodocongó


Os Centros Acadêmicos dos cursos de Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Odontologia e Psicologia, com apoio do DCE-UEPB, realizam na próxima terça-feira, 22,das 08:00 as 17:00hrs a campanha "VOCÊ SALVANDO +1" para doação de sangue e medula para o Hemocentro Regional de Campina Grande.
A campanha estará concentrada em frente à praça de alimentação durante todo o dia.
NÃI FIQUE DE FORA! Doe sangue e ajude a salvar vidas!!

O CAESA estará convocando todos os alunos da ESA para participarem dessa camapnha.

Volta às aulas


Começaram nesta segunda, 14, as aulas do ano letivo de 2011.
Já no primeiro dia de aula, os feras foram recebidos pela coordenadora de Engenharia Sanitária e Ambiental, Geralda Gilvânia C. de Lima, pelo coordenador adjunto, Carlos Antônio P. de Lima, pelo chefe de departamento, Fernando Fernandes Vieira, diversos professores, além claro, do CENTRO ACADÊMICO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL.

Aos feras: Sejam bem vindo e que tenham muito sucesso nessa nova fase.
Aos veteranos, um excelente retorno às aulas e que continuem trilhando o caminho do sucesso!

Neste primeiro contato, foi mostrado como funciona o curso, matriculas, significado do CAESA.
Na próxima semana teremos um dia para a integração entre feras e veteranos

10 de fevereiro de 2011

GEVISA - CG apreendeu cerca de 58 toneladas de produtos em 2010

A GEVISA (Gerência de Vigilância Sanitária) da Prefeitura de Campina Grande apreendeu, no ano passado, mais de 58 toneladas de produtos, entre os quais, alimentos, saneantes, equipamentos de estabelecimentos de saúde e utensílios utilizados em restaurantes. A maioria do total das apreensões, mais de 54 toneladas, foi feita em 12 estabelecimentos de saúde e entre elas estão seringas, agulhas, reagentes e até um aparelho de raios X.
Além das apreensões, a GEVISA concedeu 453 licenciamentos, uma das atribuições do órgão, que vem cumprindo o que diz o artigo 6º da lei nº 8.080/90, que “entende por Vigilância Sanitária um conjunto de ações capazes de prevenir, diminuir ou eliminar riscos à saúde, bem como intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde”.

A apreensão, 50% maior que em 2009, é resultado de 1.807 inspeções realizadas nos diversos estabelecimentos da cidade. A maioria do total das apreensões, mais de 54 toneladas, foi feita em 12 estabelecimentos de saúde e entre elas estão seringas, agulhas, reagentes e até um aparelho de raios X.

No caso dos alimentos apreendidos pela GEVISA, 2,7 toneladas, foram detectados problemas como a data de validade vencida e embalagens danificadas e mesmo assim, estavam expostos à comercialização em 85 estabelecimentos comerciais da cidade como panificadoras, supermercados, mercadinhos, atacadistas, bares, restaurantes, matadouros clandestinos, frigoríficos, feiras livres e armazéns da cidade.

Nos restaurantes e estabelecimentos similares, 59 kg de utensílios foram apreendidos, entre eles, panelas amassadas, que não podem ser utilizadas para o preparo de alimentos, conforme normas da Vigilância Sanitária. Em outros cinco estabelecimentos comerciais vistoriados os inspetores da GEVISA apreenderam 482 kg de saneantes que também apresentavam algum tipo de irregularidade.

As apreensões são realizadas durante o período de Natal e Semana Santa, além das inspeções de rotina e atendimentos às denúncias feitas pela população, que tem sido parceira importante no trabalho desenvolvido pela Vigilância Sanitária, explica o gerente do órgão, Jorge Alberto Molina. Segundo ele, 98 procedimentos foram encaminhados para o Ministério Público, situação que deve mudar a partir deste ano, com a vigência do Código Sanitário, que concede à GEVISA uma legislação própria.

9 de fevereiro de 2011

Estudo avalia impacto das emissões de gases no preparo do solo em culturas de cana-de-açúcar

Um estudo desenvolvido na Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Esalq, avaliou o impacto ambiental a partir do preparo do solo para o plantio de cana-de-açúcar.

A cultura continua em crescimento no Brasil para a fabricação do etanol, sendo que o país é o maior exportador do produto.
As informações fazem parte do estudo “Emissões de dióxido de carbono após diferentes sistemas de preparo do solo na cultura da cana-de-açúcar”, que fez parte da dissertação de mestrado de Adriana, pelo programa de pós-graduação em Solos e Nutrição de Plantas e revela que o cultivo do solo com tecnologia de aração e outros procedimentos permite maior mineralização do carbono orgânico no solo e incrementa as emissões de CO2.As conclusões apontaram que o preparo convencional apresentou emissão acumulada entre 34% e 39% acima do valor encontrado no preparo semireduzido e preparo mínimo.

Segundo a agroecóloga formada pela Universidad de la Amazônia (Colombia), Adriana Silva-Olaya, hoje metade da área total de cana é colhida mecanicamente, o que evita emissões a partir da queima da biomassa vegetal e favorece o incremento no estoque de carbono do solo.

“Diante dessa situação, esse estudo se propôs quantificar as emissões de CO2 derivadas de três sistemas de preparo do solo utilizados durante a reforma dos canaviais no estado de São Paulo, assim como avaliar a influência da palha nesses processos de emissão”, explicou a pesquisadora.

Para o monitoramento das emissões foi utilizada uma câmera que coleta e analisa o fluxo de CO2, com análises no dia anterior ao preparo do solo e após a passagem dos implementos.
“A seleção de práticas de manejo sustentáveis que permitam aumentar o sequestro de carbono, melhorar a qualidade do solo e ajudar a minimizar a emissão de CO2 dos solos agrícolas, contribui para a redução do valor da pegada de carbono do etanol (footprint), aumentando consequentemente o benefício ambiental da substituição do combustível fóssil com este biocombustível”, concluiu a pesquisadora.